sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Energisa comemora “100 anos de Luz e Industrialização em Nova Friburgo”

A história do centenário da chegada da energia elétrica em Nova Friburgo será contada na exposição “100 anos de luz e industrialização” a realizar-se na Usina Cultural a partir do dia 17 de novembro. A Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, realizadora do evento, deseja comemorar em um único evento os 100 anos de luz, os 100 anos da industrialização e os 10 anos da Usina Cultural, que estão intimamente interligadas.

O objetivo da mostra é apresentar ao público a história da industrialização de Nova Friburgo, que mescla a chegada de imigrantes alemães – grandes detentores de capital financeiro - ao surgimento de um município operário, através das instalações de grandes fábricas têxteis por volta de 1910. Quem visitar a exposição conhecerá uma rica história que começou com a Cenf (hoje Energisa) e Arp, seguida pela Ypu, Filó e Haga, culminando nos dias atuais, com destaque para o setor de moda íntima.
Espaço Usina Cultural

De 17 a 19 de novembro, a Usina Cultural Energisa (Praça Getúlio Vargas, 55 – Centro) reviverá o dia 9 de junho de 2001, quando o espaço foi inaugurado. Nesses últimos 10 anos, o local tem sido palco de inúmeras atividades, entre cursos e oficinas, que colaboram para instrumentalizar o artista local em sua área de atuação (oficinas de música, teatro e artes plásticas), com uma programação ininterrupta,considerada pelo público de altíssima qualidade e referência em Nova Friburgo.

Na quinta-feira, 17, às 19h, será a abertura da exposição, com a participação dos alunos da Oficina de Teatro da Usina Cultural, sob a direção de Daniela Santi; às 20h30, show instrumental com o grupo "Rolla Jazz" na Sala Maestro Joaquim Naegele.

Na sexta-feira, 18, às 19h, apresenta-se Leila Maria (voz) Rodrigo Braga (piano) e Chico Costa (saxofone): a nova MPB carioca.

E no sábado, 19, às 16h, será apresentado um espetáculo voltado ao público infanto-juvenil: “Palhaçarte", com Elisa Ottoni e Guilherme Bon; e às 17h, outra atração voltada para os jovens: "A Fábula da Memória", com Marco Andrade.




100 anos da Industrialização

É fato da história friburguense que, para o progresso chegar à cidade, dependia também da implantação da eletricidade para que os grandes industriais da época, como Julius Arp, viabilizassem os seus empreendimentos. Com a garantia do fornecimento de energia elétrica, constituiu em 1925 a Empreza de Eletricidade Julius Arp & Cia, que, em janeiro de 1937 transformou-se na Companhia de Eletricidade de Nova Friburgo, a Cenf, empresa incorporada pelo Sistema Cataguazes-Leopoldina em junho de 1997, dentro da estratégia de expansão do grupo no setor elétrico, até então restrito à Zona da Mata de Minas Gerais.

100 anos de Luz

A Cenf, hoje, Energisa, foi um marco determinante na história do desenvolvimento do município de Nova Friburgo. A concessionária atua na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica para 94 mil consumidores, o que corresponde a uma população de 182 mil pessoas, abrangendo uma área de mil quilômetros quadrados.

Ao longo de 14 anos, a empresa superou desafios e, atualmente, os números da Energisa são expressivos, com mais eficiência na operação dos serviços e melhoria na qualidade do atendimento, alcançou vários avanços, entre eles: 50% de aumento no número de clientes, redução de 30% nas perdas de energia, ampliação de 77% na capacidade das subestações e de 140% no total de linhas de distribuição.

Compartilhando a mesma história

As comemorações ao centenário da industrialização no município devem-se ao Sistema Firjan, pela iniciativa em promover ações agregando representações com valor histórico à transformação econômica e social de Nova Friburgo, entre elas: a Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia, a Colônia Alemã, a Associação Comercial Industrial e Agrícola (Acianf), além de pesquisadores e interessados na história do povo friburguense.



Burburinho Assessoria de Comunicação

2 comentários:

Burburinho Assessoria de Comunicação disse...

Obrigada!

Corel na Veia disse...

Parabéns. Só espero que não tenhamos mais 100 anos de Taxa de Contribuição de Iluminação Púbica (Contribuição)?

Já não contribuímos no IPTU ?

Só para abrir alguns olhos e refrescar a memória desde povo.

Regulamentação dos Serviços de Iluminação Pública

Sob o ponto de vista constitucional, a prestação dos serviços públicos de interesse local - nos quais se insere a iluminação pública - é de competência dos municípios. Por se tratar, também, de um serviço que requer o fornecimento de energia elétrica, está submetido, neste particular, à legislação federal.

As condições de fornecimento de energia destinado à iluminação pública, assim como ao fornecimento geral de energia elétrica, são regulamentadas especificamente pela Resolução ANEEL nº 456/2000.

Esta resolução substitui as antigas Portarias DNAEE 158/89 (específica de Iluminação Pública) e DNAEE 466/97 (das condições gerais de fornecimento de energia elétrica).

A Resolução ANEEL nº 456/2000 estabelece que mediante contrato ou convênio o concessionário poderá efetuar os serviços de iluminação pública, ficando o Poder Público Municipal responsável pelas despesas decorrentes[carece de fontes].

Entretanto, quando o ponto de entrega da energia se dá no bulbo da lâmpada, os serviços de operação e manutenção, inclusive seus custos são de responsabilidade da concessionária.

A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL é, atualmente, o órgão regulador e fiscalizador dos serviços de energia elétrica no Brasil, em substituição ao DNAEE - Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilumina%C3%A7%C3%A3o_p%C3%BAblica

Nova Friburgo não é Brasil? Que estranho não?

Agradeço mais uma vez pelo espaço verdadeiramente democrático.