terça-feira, 22 de novembro de 2011

Usina Cultural comemora dez anos de fundação em Nova Friburgo

A Usina Cultural Energisa, um espaço que há dez anos vem contribuindo para o desenvolvimento da cultura de Nova Friburgo, festejou uma década de inauguração com diversas atrações no último final de semana, entre elas a abertura da exposição “100 anos de Luz e Industrialização”, que conta a história da chegada da energia elétrica e o surgimento das principais indústrias do município. Realizada pela Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e com patrocínio da Energisa, os painéis fotográficos podem ser vistos até o final do mês de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.



Responsabilidade social e a certeza de prestação de bons serviços

Para a presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, Mônica Botelho, a empresa Cataguazes-Leopoldina, proprietária da Energisa, proporciona uma excelente prestação de serviços à população: ”procuramos exercer vários papéis: oferecer serviços de qualidade; conforto; desenvolvimento econômico; além do acesso à cultura. A empresa Cataguazes-Leopoldina, por meio da Fundação, desempenha um trabalho em que a mesma não mede esforços para proporcionar arte e entretenimento aos cidadãos friburguenses”, declarou.

Números que comprovam o desempenho

Desde a inauguração, em 2001, até hoje, a Usina Cultural Energisa promoveu cerca de 150 shows, 80 exposições, mais de 60 peças teatrais, entre outras atividades; o público estimado ao longo destes dez anos ultrapassou 17 mil pessoas. E para comemorar o trabalho desses anos, a coordenação da Usina ofereceu gratuitamente na quinta-feira, 17, logo após a abertura da exposição, show com o grupo "Rolla Jazz", que participou da inauguração do espaço, na época.

Na sexta-feira, 18, o público pôde conhecer o trabalho da cantora Leila Maria, que esteve acompanhada dos músicos Rodrigo Braga, no piano, e Chico Costa, no saxofone, já conhecido do público friburguense por participar de shows na Usina.




Sábado, 19, foi a vez de jovens estudantes de teatro apresentarem-se, entre eles alunos do próprio grupo da Usina; os irmãos Guilherme e Carlos Henrique Bon, Juliana Reis, Catharina Bucsky e Jordi Marchon provocaram gargalhadas nas pessoas que estavam na platéia. Em seguida, o ator de Cataguazes, Marco Andrade (Marquim), apresentou seu espetáculo “A fábula da memória”, ele que também participou da inauguração do espaço em 2001.



De acordo com Elizabeth Maldonado, coordenadora da Usina Cultural, “a importância das realizações deste espaço na cidade deve-se ao fato de a Usina ter como foco programações ecléticas, assim temos a certeza de que agradamos um público diversificado. Outra questão é o cumprimento do nosso papel em oferecer um espaço com toda a infraestrutura para que os artistas locais possam se apresentar. É muito gratificante ao ver as pessoas ampliarem seus conhecimentos nas artes visuais e teatrais; além de proporcionar aos freqüentadores a entrada com preços populares, quando não gratuitos. Estes são apenas alguns exemplos de nossa responsabilidade social”, destacou.

Já para Márcia Patrícia Taranto Kienen, assessora de gestão da Energisa/NF, “a importância da contribuição da Usina Cultural Energisa para o cenário da cultura em Nova Friburgo está em trazer espetáculos de qualidade, oficinas práticas para atores, sejam eles mirins ou não; ou seja, envolver toda a sociedade neste espaço”, finalizou.

SERVIÇO

Exposição “100 anos de Luz e Industrialização”
Visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 17h (até final de dezembro de 2011)
Local: Usina Cultural Energisa – Praça Getúlo Vargas 55 – Centro – Nova Friburgo

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