Segundo Garotinho, o deputado Paulo Feijó constatou uma fraude na lista de votação, que foi realizada por meio de cédulas de papel. Garotinho explica que o nome do deputado Zoinho, que se encontrava em Volta Redonda (RJ) e, portanto, não poderia estar presente no momento da votação, teve um voto computado em seu nome.
O deputado Zoinho (PR - RJ) de fato, como podem ver na foto, estava presente no início da sessão, mas por ter um problema pessoal inadiável, solicitou ao deputado Garotinho que o liberasse da votação para viajar para o Rio de Janeiro.
Vejam a cópia do cartão de embarque do deputado marcando que o vôo saiu às 21h26m de Brasília com chegada ao Galeão às 23h10m.
As notas taquigráficas da sessão: O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, abriu a votação exatamente às 23h22m, portanto quando o deputado Zoinho já estava no Rio de Janeiro e não poderia, evidentemente, votar.
"Por esse motivo, protocolei um pedido na Mesa Diretora do Congresso Nacional recebido pela diretora-geral Cláudia Lyra, onde solicito a cópia da lista de votação", comentou o deputado.
"Junto com a minha assessoria jurídica estou estudando as medidas legais cabíveis, mas isso é um achincalhe. Como se não bastasse o "imperador" Renan Calheiros passar por cima do regimento interno, desrespeitar as prerrogativas dos parlamentares, ainda por cima houve falsificação da assinatura de um deputado. Isso é fraude, é crime, e tem que ser apurado! E se por acaso foi algum parlamentar que praticou a fraude, tem que perder o mandato por isso. É quebra do decoro.
É uma vergonha para o Congresso Nacional que leva a assinatura de Renan Calheiros, que como eu disse em discurso, na sua frente - não foi pelas costas - não é digno do cargo que ocupa. Vou até às últimas consequências." Finalizou o deputado.





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