A ideia é desenvolver o gosto pela programação em crianças do Ensino Fundamental da rede municipal. Durante a palestra, foi apresentado o software Scratch, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que mostra de forma dinâmica como é feita uma programação no nível da faixa etária da rede de ensino e é disponibilizado gratuitamente. O Scratch é uma linguagem de programação ideal para quem está começando a programar e foi desenvolvida para ajudar pessoas a partir de 8 anos no aprendizado de conceitos matemáticos e computacionais. Com essa linguagem, é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.
O objetivo é de que, com as novas visões tecnológicas dentro das unidades, os alunos, além de melhorarem seu aprendizado, possam, futuramente, se tornar cidadãos mais preparados na área tecnológica, utilizada por todos desde o seu despertar, mas que muitos ainda não dominam.
O projeto não trata mais de uma inclusão, pois, segundo Loyola, “essa foi uma conquista da década passada, e agora precisamos avançar com algo mais técnico para dar subsídios aos alunos para crescerem até mesmo profissionalmente”.
Além da equipe do NTM, estiveram presentes à palestra o colegiado pedagógico da SME, a coordenação de anos finais, orientadores pedagógicos, diretores das unidades e orientadores tecnológicos, que serão os responsáveis por realizar o projeto nas escolas. “ProgramAção na escola: Um passo além da Inclusão Digital” foi o nome escolhido para o projeto. O NTM será o responsável pela continuidade e avaliação.
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