O edital exige que a maioria dos utensílios seja de prata
para manter a padronização, e traz imagens dos modelos que a presidência quer
adquirir. Só com os rechauds, o governo deve desembolsar R$ 62,6 mil. São 30
unidades que variam entre R$ 300 e R$ 5,8 mil, conforme as especificações.
Ainda serão compradas dez colheres, ao preço unitário de R$ 303,33, e cinco
espátulas de prata, que vão custar R$ 1.166,67 cada uma.
Outro gasto previsto é com dez apoios para colher em prata,
ao custo de R$ 796,70 cada. Para ornar os ambientes dos palácios, R$ 11 mil
serão gastos na compra de dez cachepots em prata (recipientes usados para
colocar os vasos de planta).
Não
é a primeira vez este ano que o governo adquire produtos requintados para a
Presidência da República. Em abril, foi autorizada a compra de dez baldes de
gelo térmico, no valor total de R$ 9 mil. Os baldes também são de prata, e de
“design elegante, com alça, durável e práticos”, segundo descrição disponível
no Portal da Transparência.
Parece piada, né? Mas trata-se da mais pura realidade!
Informações do jornal O Globo

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