Ao destacar os cortes que atingem principalmente os brasileiros
mais desfavorecidos, o líder da Oposição na Câmara, Bruno Araújo (PSDB/PE), disse
que a população está sendo chamada a pagar os prejuízos causados pela má gestão
Dilma Rousseff em meio a uma crise econômica devastadora. Conforme destacou, a
“tesourada” atinge em cheio programas sociais como o PAC, que perdeu R$ 3,8
bilhões, o Minha Casa, Minha Vida (- R$ 4,8 bilhões) e a saúde pública.
De acordo com o tucano, o rombo calculado pelo governo em R$
30 bilhões foi causado por uma presidente que não teve limites na aplicação de
recursos públicos para sua reeleição. “A conta veio agora”, reprovou em nota.
NÃO À VOLTA DA CPMF
Como lembrou, o “pacote de maldades” da presidente Dilma não
para com os cortes de diversos programas sociais. O governo propõe aumento de
impostos, como IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e tentar recriar uma
nova CPMF, em um país que é considerado um dos campeões de cobrança de
tributos.
“As oposições vão combater as medidas que levem a mais
sacrifício dos brasileiros e não vão aceitar de forma alguma a volta da CPMF.
Além de sacrificar ainda mais a população, as decisões vêm de um governo de
baixa credibilidade, vacilante e que perdeu as mínimas condições de tirar o
Brasil de uma profunda crise política e econômica”, afirmou Bruno Araújo.

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