sábado, 26 de setembro de 2015

TCE/RJ aprova contas da Prefeitura de Nova Friburgo

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TEC/RJ), em sessão plenária, realizada na última quinta-feira, 17, aprovou a prestação de contas da prefeitura de Nova Friburgo referente ao exercício de 2014. O documento recebido nesta semana conta com o parecer favorável do conselheiro-relator, Marco Antônio Barbosa Alencar e acompanhado pelos demais conselheiros do tribunal. Caberá, agora, à câmara municipal de Nova Friburgo a decisão final sobre as contas.

De acordo com o processo 214.360-7/15 do TCE/RJ, que trata da prestação de contas do governo municipal de Nova Friburgo, relativo ao exercício de 2014, as contas estão aprovadas.

Seguem os investimentos da Prefeitura de Nova Friburgo:

Gasto com pessoal – A prefeitura de Nova Friburgo respeitou o limite fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que estabelece o limite de gastos com a folha de pessoal em 54% da Receita Corrente Líquida (RCL). A despesa no 1º quadrimestre foi de R$169.213.285,40 (48,13% da RCL); no 2º quadrimestre, R$ 179.661.811,40 (50,87%) e no 3º quadrimestre, R$ 188.872.128,60 (53,04%).

Educação – A aplicação na manutenção e desenvolvimento do ensino somou R$ 56.332.529,07, o que equivale a 28,38% da receita com impostos e transferências (R$ 198.526.089,18). O investimento mínimo, de 25%, conforme a Constituição Federal, foi cumprido.

Fundeb – O município registrou despesas de R$ 47.634.176,01 com remuneração dos profissionais do magistério em efetivo exercício de suas atividades no ensino fundamental. Os gastos representaram 80,05% dos recursos do Fundo de Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb), que somaram R$ 59.502.573,40. O resultado ficou acima do investimento mínimo de 60% previsto pela Lei Federal 11.494/07.

Saúde – No exercício de 2014, a prefeitura de Nova Friburgo destinou às ações e serviços de saúde o montante de R$ 72.958.965,92, o equivalente a 37,16% da receita com impostos e transferências, que somou 196.337.923,04. As Constituição Federal estabelece que os gastos com saúde não podem ser inferiores a 15% da receita.

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