Os bancários decidiram entrar em greve a partir de
terça-feira (6) por prazo inderminado, após assembleias realizadas na quinta
(1º), segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro
(Contraf-CUT).
O que pede a categoria e o que oferecem os bancos
Os bancários querem reajuste salarial de 16%, com piso de R$
3.299,66, e Participação nos Lucros e Resultado (PLR) de três salários mais R$
7.246,82. A categoria também reivindica vales alimentação, refeição, 13ª cesta
e auxílio-creche/babá de R$ 788 cada. A categoria também pede pagamento para
graduação e pós, além de melhorias nas condições de trabalho e segurança.
A proposta apresentada pela Febraban no último dia 25 de setembro,
rejeitada em assembleias na segunda (1º), oferece reajuste salarial de 5,5%,
com piso entre R$ 1.321,26 e R$ 2.560,23. A Federação propôs ainda PLR pela
regra de 90% do salário mais R$ 1.939,08, limitado a R$ 10.402,22 e parcela
adicional (2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$
3.878,16). Foram também propostos os seguintes benefícios: Auxílio-refeição de
R$ 27,43, auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta de R$
454,87,auxílio-creche/babá de R$ 323,84 a R$ 378,56, gratificação de compensador
de cheques de R$ 147,11, qualificação profissional de R$ 1.294,49, entre
outros.

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