O uso da inusitada expressão como endereço eletrônico pelo
presidente da Câmara foi revelado aos investigadores da Lava-Jato pelo lobista
Fernando Baiano em um de seus depoimentos no âmbito da delação premiada. Foi
por esse e-mail que Cunha lhe encaminhou uma planilha na qual fazia a
contabilidade da propina devida por Julio Camargo.
Além
do e-mail que não tinha seu nome, o presidente da Câmara e o lobista passaram a
utilizar em 2012 um aplicativo que é tido como mais seguro por permitir que se
apague as mensagens tanto do aparelho quanto do servidor, sem deixar qualquer
rastro. De acordo com o lobista, eles passaram a usar o aplicativo Wickr
justamente pela existência desse recurso.
Fonte: O Globo

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