Logo após ser anunciado como novo ministro da Saúde nesta sexta, 02, o
deputado Marcelo Castro (PMDB), defendeu a volta da CPMF . Para Castro, parte do dinheiro precisa ir para a Saúde para que Congresso e população se convençam da necessidade do tributo. "Esperamos que o PMDB e todos os partidos que querem salvar a saúde [apoiem a volta da CPMF]", disse.
Pela ideia do novo ministro, 50% dos recursos arrecadados com a CPMF iria para a União arcar com gastos da Previdência Social. Os outros 50% iriam para a área da Saúde, sendo 25% para estados e 25% para municípios. A alíquota seria mantida em 0,2%, mas tanto quem fizer a operação financeira quanto quem receber os recursos provenientes dessa operação terão que pagar o percentual sobre o dinheiro movimentado.
A volta da CPMF é a principal medida do pacote de ajuste
fiscal do governo, já que responde por metade dos R$ 64 bilhões que a equipe
econômica pretende obter com os cortes de gastos e aumento de impostos. Mas
proposta enviada pelo governo para o Congresso prevê alíquota de 0,2% e
recursos destinados somente para a União custear a Previdência Social.
Pela ideia do novo ministro, 50% dos recursos arrecadados com a CPMF iria para a União arcar com gastos da Previdência Social. Os outros 50% iriam para a área da Saúde, sendo 25% para estados e 25% para municípios. A alíquota seria mantida em 0,2%, mas tanto quem fizer a operação financeira quanto quem receber os recursos provenientes dessa operação terão que pagar o percentual sobre o dinheiro movimentado.
Com informações do Portal G1

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