quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Prefeitura de Nova Friburgo apresenta resultados positivos no Índice de Gestão Fiscal

Em junho deste ano, a FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – divulgou o seu Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF), tomando como base os relatórios financeiros de 5.243 municípios no ano de 2013. Dentre as 92 cidades do Estado Rio de Janeiro, Nova Friburgo ficou com o 14º lugar, melhorando mais de 1000 posições no ranking nacional com relação a 2012, quando ficou em 1535º lugar, demonstrando o comprometimento da atual gestão municipal com a responsabilidade fiscal e o futuro da cidade.

O IFGF é baseado em cinco indicadores: Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez, Custo da Dívida – e não se restringe somente a um quadro atual, podendo obter os dados comparativos ao longo dos anos. Sendo assim, é possível especificar com precisão se uma melhoria de posição em um ranking se deve a fatores específicos de um determinado município ou à piora relativa dos demais.

Dentre os indicadores, Nova Friburgo se destacou em liquidez – o que mostra quanto dinheiro o município tem em caixa para fazer frente aos seus compromissos – e no custo da dívida, ambos com conceito A. Esses dados chamaram atenção de algumas instituições do país, o que motivou o estudo de dois professores, André Carlos de Aquino, da Universidade de São Paulo (USP), e Ricardo Lopes Cardoso, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que escolheram Nova Friburgo e outros três municípios para entender como se deu este processo.

Os dois estiveram na cidade na última semana e passaram por uma série de reuniões com os diversos setores da Prefeitura e empresários locais para conhecer de perto o esforço que vem sendo feito pelas equipes de trabalho para alavancar os números com resultados tão expressivos em termos de gestão fiscal. De acordo com o subsecretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Carlos Boueke, “a ideia é que Nova Friburgo se torne exemplo de administração pública no país e, certamente, em mais um ano de governo o município deverá avançar ainda mais na melhoria do ambiente econômico”.

Na oportunidade, os professores aproveitaram para saber quais ações se destacaram como mais impactantes para melhoria desse cenário, e Carlos Boueke apresentou alguns exemplos: a contratação da Consultoria Falconi numa ação conjunta com a sociedade civil; planos de ação com metas; atração de novos projetos; Condomínio Empresarial; Lei de incentivo às microcervejarias artesanais; Sala do Empreendedor; entre outras.

Num balanço feito pelos estudiosos, constatou-se a forma diferenciada de como a atual gestão vem conduzindo os processos positivamente nas diversas áreas. “A iniciativa de alterar a estrutura municipal criando uma secretaria mais forte de gestão e finanças, a pró-atividade de pessoas com sólida formação de mercado, enfim, tudo isso parece ter trazido uma robustez no momento em que a cidade precisava dessa transição. Além disso, a eficiência do planejamento e do controle interno também parecem ter sido outros pontos que contribuíram para o processo de melhoria que o município está fazendo para modernizar a administração pública num esforço bem diferente do que temos visto. Portanto, a expectativa é de que esse ciclo não se quebre e o movimento positivo se mantenha no decorrer dos anos”, concordaram André e Ricardo.

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