O texto determina que sejam estabelecidas diretrizes para a
promoção de campanhas e debates sobre como prevenir a gravidez e as doenças
sexualmente transmissíveis na adolescência.
A parlamentar aponta que a gravidez na adolescência envolve
questões físicas, emocionais e sociais. Mariana ressalta que uma jovem de 14
anos pode ter o organismo pronto para a gestação, mas nem sempre tem a
estrutura emocional para cuidar de um bebê. Existe ainda o problema do abandono
por parte do parceiro diante da gravidez inesperada.
“Alguns especialistas afirmam que, quando a escola promove
explicações e ações de formação sobre educação sexual, há uma baixa
probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente
transmissíveis”, disse. A tucana acrescenta que a adolescente grávida precisa
receber o suporte médico e psicológico tão logo descubra a gestação.
A jovem deputada ressalta que, a cada ano, no Brasil, cerca
de 20% dos partos são de mães adolescentes. Segundo o Ministério da Saúde,
cerca de 1,1 milhão de adolescentes engravidam por ano.
Até que enfim! Há mais dez anos, eu venho batendo nessa tecla! O Brasil precisa de um programa de prevenção dessa natureza, não é de hoje! Muito apoiado!

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