Uma das alternativas apontadas para expandir a oferta de
leitos foi a implantação de uma sala de tratamento paliativo, na área onde funcionava
a ortopedia, que está em obras de adaptação. O local teria capacidade para seis
novos leitos e ajudaria a desafogar os atendimentos no Centro de Terapia
Intensiva - CTI.
A visita reservou duas surpresas boas. A primeira foi a
identificação de dois aparelhos médicos-hospitalares que não estavam sendo
utilizados mas estão funcionando. Trata-se de um mamógrafo e um ultrassom
completo, com eco-doppler, seminovos. Tânia determinou que ambos passem por uma
revisão para garantir a precisão dos diagnósticos e que voltem a atender a
população imediatamente.
A outra novidade é o êxito das manutenções feitas nos
aparelhos do Hemocentro, recuperando duas centrífugas e um agitador de
plaquetas, que já estão em funcionamento e permitem o processamento das
plaquetas na própria unidade.

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