O tucano explica que, de acordo com dados do Portal da
Transparência do Governo Federal, apenas no ano de 2018 foram feitas 907.052
solicitações de viagens a serviço pela União, que resultaram em um custo de R$
1,15 bilhão aos cofres públicos. Ele diz que, como os bilhetes são emitidos no
CPF dos servidores, todo e qualquer benefício oferecido pela companhia não
retorna ao erário, e sim aos funcionários em trânsito.
A proposição cria o Fundo de Amparo às Viagens Esportivas
para receber e centralizar os benefícios resultantes da compra de passagens
aéreas nacionais e internacionais pelo poder público, para que os pontos sejam
utilizado por atletas brasileiros.
“Tal medida servirá, certamente, de investimento em nosso
esporte e de economia de recursos públicos que eventualmente sejam destinados à
compra das suas passagens, fruto de apoio e incentivo do Governo Federal”,
defende o deputado.
São considerados pela lei e que poderão fazer parte do
programa: prática esportiva amadora e atleta amador caracterizada pela liberdade
de prática e pela inexistência de contrato de trabalho, porém é permitido
recebimento de patrocínios e incentivos materiais.

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