O prefeito Rogério
Cabral, no inicio do ano, promoveu quatro mudanças no secretariado, que em última
análise, não irão surtir nenhum efeito positivo. A primeira alteração, não
anunciada pelo prefeito, foi o pedido de exoneração irrevogável da vice-prefeita, Grace Arruda, da Secretaria Geral, permanecendo somente na vice prefeitura.
As
demais tiveram conotação política, cumprindo as características do governo
municipal em eleger o fisiologismo e o toma-lá-dá-cá como instrumentos de ação.
Senão, vejamos: a substituição do Cel. Hudson, por um empresário, foi de uma
infelicidade gritante e veio apenas para atender interesses do PDT, que
formalizou o apoio ao governo.
A ida da vereadora Vanderleia para a
Subprefeitura de Campo do Coelho, destituída de qualquer estrutura
organizacional, teve a finalidade de melhorar a imagem da parlamentar,
desgastada pelo apoio irrestrito e incondicional ao desgoverno Rogério Cabral.
A ida do vereador Alexandre Cruz para a Secretaria de Obras, substituindo um
engenheiro do quadro funcional da prefeitura, também visou reabilitar o
referido edil, porque como líder de um governo tão mal avaliado pela opinião
pública, também estava se desgastando.
Em resumo, usando as palavras do escritor italiano Giuseppe
Tomasi di Lampedusa, analisando a decadência da nobreza italiana, em analogia
ao que está acontecendo em nossa cidade disse: "mudar para continuar o
mesmo".

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