domingo, 9 de junho de 2019

Hemofilia é hereditária e afeta a coagulação do sangue

A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que compromete a capacidade do corpo em formar coágulos tão necessários para interromper as hemorragias. Isso acontece quando há ausência de proteínas, substâncias que, dentre inúmeras funções, ajudam na coagulação.

Quando uma pessoa corta alguma parte do corpo e começa a sangrar são as proteínas que entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e sangram mais. Também há casos que o sangramento pode ocorrer por vários dias, após um ferimento ou uma cirurgia.

Sintomas

Os sintomas mais comuns são os sangramentos prolongados. Esses sangramentos podem ser externos, como quando ocorrem cortes na pele, ou internos, quando o sangramento ocorre dentro das articulações, dentro dos músculos ou em outras partes internas do corpo.

Como a coagulação nessas pessoas é muito lenta, ocorre grande derramamento de sangue nessas regiões provocando inchaço e dor.

Diagnóstico

O diagnóstico de hemofilia deve ser pensado sempre que há histórico de sangramento fácil, após pequenos traumas, ou ainda se casos espontâneos, quando são formados hematomas subcutâneos nos primeiros anos de vida.

Também é preciso ficar atendo ao sangramento muscular e/ou articular, em meninos acima de dois anos, ou mesmo com história de sangramento excessivo após procedimentos cirúrgicos ou extração dentária.

Tratamento

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece uma linha de cuidados de qualidade para tratar a hemofilia e prevenir suas complicações, que vai desde o diagnóstico correto e o atendimento aos pacientes e familiares por equipes multidisciplinares. Tudo orientado por protocolos específicos.

Com informações do Ministério da Saúde

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