quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Farmácia Popular terá repasse zero em 2016

Quando o Ministro da Saúde concedeu entrevista ao Estadão dizendo que a saúde caminha para o colapso, ele já estava nos preparando para o pior. E as notícias ruins relativas à saúde já começam a surgir, como o programa Farmácia Popular que, em 2016 deixará de existir, pois o repasse para o setor será zerado.

O programa Farmácia Popular permite a compra, em farmácias credenciadas pelo governo, de medicamentos para rinite, colesterol, doença de Parkinson, glaucoma, osteoporose, anticoncepcionais e fraldas geriátricas. Os descontos chegam a 90% agora, porque ano que vem não terão mais.

Pela proposta encaminhada ao Congresso, fica mantido o  programa chamado de Saúde Não Tem Preço (em que o paciente não precisa pagar  por remédios para diabetes, hipertensão e asma) e também ficam mantidas as unidades próprias do Farmácia Popular. O problema, no entanto, é que o número de unidades próprias dessas farmácias, que já é pequeno, deve minguar mais em 2016. A previsão é de que não ultrapasse 460 postos de venda, em todo o País.

E se você considera esse corte a gota d'água, saiba que o Governo Federal também vai tirar dinheiro das UPAs e SAMU.

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