A tendência é que a partir de 2016 a saúde pública do
município, que funciona graças ao grande esforço da Prefeitura de Nova
Friburgo, apresente dificuldades e beire um colapso. O motivo está nas diversas
ações adotadas pelo Governo Federal contra a saúde pública. Além de diversos
cortes e reduções nos repasses para os municípios – Nova Friburgo foi afetado
em cerca de R$ 40 milhões – o Ministério da Saúde anunciou na terça-feira,
29 cortes em torno de R$ 578 milhões da Farmácia Popular.
O orçamento do Governo Federal para 2016 não destina recursos para o programa, que oferece medicamentos com até 90% de descontos. Com isso, os preços dos remédios devem sofrer um reajuste absurdo, pesando no bolso da população que mais necessita do serviço. Com o corte nos recursos, 24 medicamentos para diversos tratamentos como colesterol, Parkinson e osteoporose perderão os 90% de desconto e deverão ter o preço nas alturas.
O projeto, que foi enviado ao Congresso Nacional, não tem
nenhum recurso previsto para manter os descontos nas farmácias, ruim para que
utiliza o programa, muito pior para quem depende devido a necessidade de
remédios de uso contínuo e deve quase dobrar os gastos com medicamento.

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