Num bate-papo informal, Luciano narrou a real situação que
culminou com o decreto oficial de ‘Requisição Administrativa’ da estrutura
física e bens móveis do hospital. Segundo ele, todos os esforços foram feitos
para auxiliar a gestão da instituição a resolver pendências documentais e
estruturais que garantissem a reabertura do hospital. “Isso não ocorreu e eu, como prefeito, precisava fazer alguma coisa”, expôs.
Esclarecendo a decisão de desfazer a contratualização com a
entidade, que estava ilegal pela falta de documentos, o que o obrigou a criar o
Pronto Atendimento, para evitar a falta de atendimentos de urgência e
emergência à população, Luciano lembrou não ter autoridade para fechar o
hospital, dizendo que isso ocorreu pelos problemas crônicos instalados há anos
na instituição. “Não posso ser responsabilizado por erros administrativos que
se arrastam ao longo do tempo”, comentou o prefeito.
Às lideranças evangélicas, que foram participativas durante
todo encontro, Luciano deixou claro que, apesar do Pronto Atendimento ser
elogiado pelos serviços oferecidos aos munícipes, sua intenção com a requisição
do hospital é promover reformas estruturais e entregá-lo em absolutas condições
de reabertura num prazo máximo de 60 dias. “Nesse período haverá uma licitação
que apontará a empresa especializada responsável pela gestão do hospital”,
explicou Batatinha
Dizendo-se satisfeitos com o convite do prefeito e da vice
para a reunião, apontando-a como produtiva e esclarecedora, ao final os líderes
se comprometeram a repassar as informações aos fiéis e se dispuseram a auxiliar
no que for possível. Eles receberam um kit contendo fotografias e informações
sobre os problemas estruturais do hospital e encerraram fazendo uma oração
especial pedindo sabedoria e paz a Deus.
Participaram também os vereadores Amilton Biti, André
Chupeta, Marcelo Duarte e Thiago Macedo, além do assessor de Imprensa da
Câmara, Humberto Campos, representando o presidente Elielson Francinha, ausente
em virtude de compromissos.
O objetivo de Luciano e Maria Helena é realizar
outros encontros com os padres e demais lideranças sociais do município.
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